quarta-feira, 24 de junho de 2015

Onda de assaltos nos campi da UFU faz com que alunos cobrem maior segurança

Os roubos e furtos frequentes nas proximidades dos campi da Universidade Federal de Uberlândia (UFU) têm assustado alunos e servidores da instituição. O G1 apurou pelo menos três assaltos nesta semana e um mais grave no início do ano, quando a vítima de 18 anos foi sequestrada na primeira semana de aula e levada para um terreno baldio.

O diretor de Logística da UFU, Wesley Marques da Silva, disse que novos investimentos serão feitos para reforçar a segurança. Além disso, outros métodos paliativos também estão sendo realizados no campus Santa Mônica e Umuarama. Já a Polícia Militar (PM) confirmou que não são feitos patrulhamentos dentro da universidade por ser uma instituição federal.

Uma das vítimas é o estudante de Engenharia Elétrica, Augusto Mendes da Costa, de 23 anos. Ele contou que estava em uma área do Santa Mônica com uma amiga quando foram abordados por três criminosos. “Chegaram anunciando o assalto e colocaram uma faca de açougueiro no meu pescoço, pedindo para eu não fazer nenhuma besteira. Levaram nossos celulares e dinheiro. Depois saíram como se nada tivesse acontecido e falaram que vão voltar na UFU para fazer mais desses assaltos. É preciso mais segurança, ter policiamento, porque está complicado”, relatou.

"Saíram como se nada tivesse acontecido e falaram que vão voltar na UFU para fazer mais desses assaltos"Augusto Mendes, estudante

O crime ocorreu na última segunda-feira (22) por volta das 18h30, mas o Boletim de Ocorrência só foi registrado 24 horas depois do fato porque, segundo o aluno, a Polícia Militar se recusou a atender a ocorrência informando que se trata de uma instituição federal e que a reitoria havia proibido qualquer tipo de ação policial. Augusto disse, ainda, que o BO foi feito depois que ele procurou uma nova companhia da PM e ameaçou acionar o Ministério Público Estadual (MPE).

Depois de postar o caso no Facebook, o assunto repercutiu e muitos estudantes da UFU se indignaram com a situação. Um deles chegou a informar ao estudante que, minutos após o assalto dele, viu os três suspeitos cometendo um novo roubo próximo à saída da reitoria, com a faca em punho. No início da noite desta terça-feira (24), um universitário do curso de Engenharia Mecatrônica também relatou ter sido assaltado próximo ao campus.

Aluna foi sequestrada e ameaçada de morte

Uma estudante do curso de Ciências Biológicas, que devido ao medo preferiu não ser identificada, foi assaltada e sequestrada por um criminoso na primeira semana de aula, neste ano. Em entrevista ao G1, ela contou que estava indo para a aula no campus Umuarama, às 7h30 de uma quinta-feira, quando foi abordada pelo assaltante.

“Na hora desesperei, comecei a pedir pelo amor de Deus para ele não me matar. Atravessamos a rodovia e ele não me deixava levantar a cabeça, sempre me ameaçando de morte. Fui parar no meio de um terreno onde ele me fez sentar num tronco, amarrou minhas pernas e mãos e pegou meus pertences da mochila dizendo que chamaria os bombeiros para me resgatar”, detalhou.

A vítima conseguiu se soltar e pedir socorro, porém estava determinada a interromper os estudos. Por ser de outra cidade, pediu para que o pai a buscasse porque trancaria a faculdade. Mas recebeu apoio psicológico e incentivo da coordenação do curso para que voltasse a frequentar as aulas. Alguns meses após o ocorrido, a aluna destacou que continua faltando iluminação, segurança e policiamento dentro da universidade.

Diretor pede policiamento em campus

O estudante Alfredo Henrique, também do curso de Biologia, por pouco não passou por situação semelhante em abril. Ele acompanhava uma amiga ao terminal rodoviário próximo ao campus Umuarama e foi abordado por um assaltante, porém conseguiu correr e despistá-lo.
Bloco da Biologia recebeu sistema de videomonitoramento para tentar inibir o alto índice de crimes próximo ao local, no campus Umuarama (Foto: Caroline Aleixo/G1)

Segundo o professor e diretor do Instituto de Biologia, Kleber Del Claro, ele e o coordenador do curso cobram com frequência soluções da instituição para a questão da segurança. “São assaltos, sequestros, furtos, roubo de carro, gente que bate carteira. Sempre acontecem esses crimes. Nosso curso é o único noturno neste campus, somos os corajosos e nossos alunos correm riscos todos os dias”, desabafou.

O diretor disse que foram instaladas novas câmeras pelo bloco do curso, inibindo um pouco o índice de violência e criminalidade. Contudo, ele reforça a necessidade de ser feito um plebiscito para que a reitoria ouça a maioria dos servidores e alunos que é favor de policiamento dentro dos campi.

PM X UFU

A assessoria de imprensa da PM em Uberlândia justificou que realmente não são feitos patrulhamentos dentro da universidade por ser uma instituição federal. Porém, quando acionados por vítimas ou pela própria universidade, comparecem para o registro de ocorrências. A assessoria não teve conhecimento de casos isolados sobre recusa para registrar ocorrências nestes locais.

O diretor de Logística da UFU explicou que a vigilância patrimonial na universidade é feita por uma empresa terceirizada. Quando algum crime acontece, é feito um boletim interno e, em seguida, os agentes auxiliam as vítimas a acionar a Polícia Militar (PM). “Não há nenhuma determinação ou documento por parte da instituição que proíba a entrada de policiais no âmbito da universidade e sempre que a nossa divisão de vigilância solicitou, foi atendida pela polícia”, disse Wesley.
Roubo e furtos de veículos também são comuns na área do campus Umuarama, segundo diretor do Instituto de Biologia (Foto: Caroline Aleixo/G1)

O problema quanto à iluminação, principalmente no campus Umuarama, é devido a quantidade de árvores e incidência maior de sombras, de acordo com Marques. Por isso, várias lâmpadas já foram trocadas e as copas das árvores podadas frequentemente.

Disse ainda que, neste ano serão instaladas mais câmeras de segurança nos campi. “Temos algo em torno de dez agentes em cada campus trabalhando 24h. Diariamente, um dos agentes faz a ronda noturna visando, também, identificar lâmpadas ou equipamentos de segurança danificados. Hoje temos poucas câmeras para um trabalho mais amplo, mas estamos nos ajustando para fazer novas instalações em breve”.

Fonte: G1 - http://g1.globo.com/minas-gerais/triangulo-mineiro/noticia/2015/06/alunos-da-ufu-pedem-seguranca-devido-onda-de-assaltos-em-campi.html

sábado, 6 de junho de 2015

Reitor da Uerj diz que 'não há diálogo com a barbárie' e faz acusação

Após o tumulto entre estudantes da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj), policiais militares e seguranças no câmpus na noite da quinta feira, 28 de maio, o reitor Ricardo Vieiralves, responsabilizou nesta sexta feira, 29 de maio, o que chamou de "falanges políticas" pela confusão.

Em nota oficial intitulada "Não há diálogo com a barbárie", o professor acusou esses grupos de terem recrutado pessoas externas à instituição, na zona norte do Rio de Janeiro, como moradores de rua e da Favela do Metrô, que é próxima, para fazer "crescer" um ato político e provocar ações violentas.

Já estudantes afirmaram que a ação dos seguranças da universidade, com mangueiras anti incêndio,
e da Polícia Militar, com bombas de gás lacrimogêneo no estacionamento do câmpus, foi desproporcional.

Um vídeo que circula nas redes sociais mostra quando os funcionários da instituição dispararam jatos d'água contra alunos. Nas imagens, também é possível ver que uma bomba, aparentemente de fabricação caseira, é lançada, e pessoas aparecem jogando objetos contra a portaria.

De acordo com reitor, alguns manifestantes ele diz que 200 pessoas estavam concentradas no estacionamento da instituição estavam armados com "barras de ferro, madeira, pedras e bombas" e destruíram a portaria central da universidade.

Vieiralves afirmou ainda no texto que a universidade abrirá inquérito administrativo para apurar o fato. Foi registrada pela universidade na 18ª Delegacia de Polícia (Praça da Bandeira) queixa de lesões corporais e danos ao patrimônio público.

"Estamos atentos e vigilantes para impedir que haja instauração em nossa instituição de um estado permanente de terror e violência", declarou Vieiralves.

Na última sexta feira, 22, ele já havia decretado a suspensão das atividades da universidade por medo de ações violentas, que, segundo o reitor, estariam sendo planejadas por grupos radicais de alunos para este dia. A universidade vive um período de tensão, com corte de verbas.

Pezão. O governador do Rio, Luiz Fernando Pezão (PMDB), condenou nesta sexta feira, 29, o tumulto que causou a depredação na Uerj. "Aluno não depreda o seu local de estudo. A universidade é patrimônio deles. Toda aquela baderna foi promovida por vândalos", afirmou o governador. Segundo Pezão, não há atraso de repasse de verbas para a Uerj. O governador disse ainda que a Polícia Militar atuou, a pedido da Prefeitura do Rio, no apoio às demolições na Favela do Metrô, vizinha ao campus da universidade.

A confusão na portaria central começou quando alunos e moradores da Favela do Metrô, na Mangueira, zona norte, que protestavam nas imediações da Uerj contra a demolição de quatro imóveis na comunidade, tentaram se refugiar dentro da instituição.

Na rua, policiais militares estariam usando spray de pimenta e bombas de gás lacrimogêneo contra a manifestação, que teria recebido a adesão de estudantes. Alguns manifestantes jogaram pedras contra os PMs. Os policiais revidaram com bombas de gás.

Para fugir da polícia, estudantes e moradores correram para a universidade. Ao chegar à portaria da Uerj, foram impedidos de entrar pelos seguranças. Alguns alunos quebraram vidros e objetos no local, enquanto eram atacados com água pelos seguranças.

Em nota, a PM nega que tenha havido invasão de moradores da Favela do Metrô na Uerj. A corporação disse ainda que não há registro de feridos no tumulto e que o policiamento nos arredores da universidade foi reforçado nesta sexta  feira.

Fonte:  ESTADÃO
http://educacao.estadao.com.br/noticias/geral,reitor-da-uerj-diz-que-nao-ha-dialogo-com-a-barbarie-e-faz-acusacao,1696767

quarta-feira, 27 de maio de 2015

Homem suspeito de estuprar aluna da Universidade Rural é preso


A polícia prendeu um homem suspeito de estuprar uma aluna no campus da Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro (UFRRJ), em Seropédica. Rodrigo Alves Pereira, de 35 anos, abordar e estuprar uma estudante. a vítima que conseguiu escapar acionou guardas da universidade que prendeu o suspeito.

Fonte: http://videos.r7.com/homem-suspeito-de-estuprar-aluna-da-universidade-rural-e-preso/idmedia/5563733f0cf2ce6a9178720d.html

terça-feira, 26 de maio de 2015

Alunos no DF são revistados por PMs durante aula

Ação tem apoio da escola, do GDF e do Ministério Público; sindicato critica.
Um dia antes, estudante foi detido por desacato por não permitir revista.
Policial verifica bolsa de uma estudante enquanto outros aguardam revista com mãos na cabeça em sala de aula de escola pública no Paranoá (Foto: Reprodução)

Policiais militares revistaram alunos dentro de salas de aula de uma escola pública de Brasília nesta quinta-feira (21) durante o período letivo. Fotos feitas por um estudante que não quis se identificar mostram alunos com as mãos na cabeça enquanto têm bolsas e mochilas revistadas.

O caso ocorreu no Centro de Ensino Fundamental 05 no Paranoá. A revista foi pedida pela direção da escola, para tentar coibir a entrada de armas e drogas na instituição. Nada foi encontrado durante a ação da polícia. A direção diz que a instituição “vive uma disputa territorial” de gangues rivais.

A Secretaria de Educação afirmou ao G1 que apoia as decisões dos diretores da escola e possui uma parceria com o Batalhão Escolar com rondas até as 18h30 e visitas educativas às escolas.

Esta foi a oitava vez em um mês que policias fizeram revista na escola. Na quarta-feira (20), um aluno de 17 anos que se recusou a ser revistado foi detido por desacato. De acordo com a Polícia Civil, ele foi levado para a Delegacia da Criança e do Adolescente e liberado após o responsável assinar um termo de comparecimento à Justiça.

Um estudante de 15 anos que passou pela revista nesta quinta disse que três policiais entraram nas classes durante as aulas acompanhados pela diretora da escola. Eles olharam mochilas, bolsos e roupas dos alunos. Ele disse que parte dos estudantes não aprovou a iniciativa.

"Teve muita gente indignada. Eu mesmo me senti invadido, porque fizeram isso sem permissão. A direção já comentava que ia pedir uma ronda surpresa por causa do cheiro forte de maconha que fica [na escola]", afirmou.

O vice-diretor do colégio, Eric de Sales, disse que os “grandes problemas” da instituição são o tráfico e as gangues. “Essas revistas foram feitas a pedido dos pais e da direção para preservar os alunos. A de hoje [quinta] já estava programada entre a gente. A maioria quer estudar, mas tem um grupinho que causa tudo isso. Tem gente que está pedindo para sair daqui com medo da violência." Eric de Sales, vice-diretor do Centro de Ensino Fundamental 05

Segundo ele, nas revistas anteriores feitas na escola, um estudante foi pego com drogas e encaminhado para a Delegacia da Criança e do Adolescente. "Fui com ele e conversei bastante com a família. Não abandonamos ninguém."
PMs revistam bolsas de alunos durante horário de
aula no CEF 05 (Foto: Reprodução)

O comandante do Batalhão Escolar do DF, tenente-coronel Júlio César de Oliveira, disse que a medida é comum nas escolas públicas da capital, mas realizada somente em “situações mais extremas” e em parceria com a comunidade.

“Sempre fazemos isso com a aprovação do diretor. O ambiente lá está complicado. A comunidade escolar não está mais aguentando. O cheiro de drogas é insuportável. Temos três linhas de ação: a preventiva, comunitária e repressiva, a última a ser adotada. Ela só é usada quando temos questões mais sérias, como a desta quinta. Para a prevenção temos o Proerd [Programa Educacional de Resistência às Drogas]", declarou.

O comandante disse que os alunos tiveram de pôr as mãos na cabeça "por questão de segurança". "Tem vezes que eles já colocam e, outras, a gente pede para garantir que ninguém armado vai pegar um revólver e atirar, por exemplo. O problema é que a escola em questão é improvisada e juntou gangues rivais em um ambiente."

Se não for flagrante, eles não têm esse direito. A princípio, a revista é violadora do ECA, pois ela leva à mesma tática de repressão usada nas ruas das cidades para dentro da escola. Têm de proteger do lado de fora. Às vezes o sentido é deturpado e categoriza os adolescentes. É uma resposta simplista para uma situação complexa". Maria Cláudia de Oliveira, professora de psicologia escolar e do desenvolvimento da Universidade de Brasília

Opiniões divididas
O Sindicato dos Professores do Distrito Federal (Sinpro) informou ao G1 não aprovar a ação policial dentro da escola. "Está errado. Falamos que se precisa de mais policiamento, mas não é isso que apoiamos. A ação da PM deve ser somente preventiva. Temos professores que não permitem essa atitude nas salas deles. Os policiais só entram com mandado judicial contra alguém específico", disse o diretor do Sinpro, Cláudio Antunes.

Para o presidente da Associação de Pais e Alunos das Instituições de Ensino do DF (Aspa), Luís Cláudio Megiorin, o caso tem de ser visto com cautela. "É um jogo complicado e às vezes a revista é extremamente necessária quando o professor está em uma vulnerabilidade tão grande. Esperamos que os pais entendam. É a segurança dos nossos filhos. Confiamos no tato do diretor e do Batalhão Escolar. Às vezes o remédio é amargo."

A promotora de Justiça de Defesa da Educação do Ministério Público do DF, Márcia da Rocha, disse não ver a revista como uma invasão à privacidade individual e afirmou que a parceria entre a polícia, a direção das escolas e os pais é fundamental para a segurança.
Pichações na escola; segundo a instituição, inscrições 'demarcam territórios' de gangues (Foto: Reprodução)

"Se vamos construir algo aprimorado, temos de abrir mão de algumas coisas. O sentimento de cada um é uma coisa, mas a forma como a abordagem foi feita é outra, desde que com respeito e dignidade. O Ministério [Público] não é contra, tem que ter a ajuda uns dos outros. Temos, inclusive, diálogos com muitos diretores", declarou.

Se vamos construir algo aprimorado, temos de abrir mão de algumas coisas. O sentimento de cada um é uma coisa, mas a forma como a abordagem foi feita é outra, desde que com respeito e dignidade. O Ministério [Público] não é contra, tem que ter a ajuda uns dos outros. Temos, inclusive, diálogos com muitos diretores". Márcia da Rocha, promotora de Justiça de Defesa da Educação do Ministério Público

Sobre o fato de os alunos colocarem as mãos na cabeça durante a revista, a promotora disse que já teve casos em que eles fizeram isso sem ordens de policiais. "Só do DF já ter um Batalhão Escolar é um diferencial, porque eles recebem um treinamento especial."

A professora de psicologia escolar e do desenvolvimento da Universidade de Brasília (UnB), Maria Cláudia de Oliveira, criticou a ação. “O Estatuto da Criança e do Adolescente [ECA] estabelece a meta de proteção. A escola enquanto instituição social deve ser protegida, e as pessoas, acolhidas. Os estudantes não devem ser representados como perigo. A escola é, ao mesmo tempo, uma política de Estado e um Estado privado na condição de que tem regras próprias e porque você não está no meio da rua."

Ela comparou a ação do Batalhão Escolar com a entrada de policiais em uma casa sem mandado judicial. "Se não for flagrante, eles não têm esse direito. A princípio, a revista é violadora do ECA, pois ela leva à mesma tática de repressão usada nas ruas das cidades para dentro da escola. Têm de proteger do lado de fora. Às vezes o sentido é deturpado e categoriza os adolescentes. É uma resposta simplista para uma situação complexa", afirmou.

Estatísticas
De acordo com a Polícia Militar, foram registradas neste ano 156 ocorrências criminais em escolas do Distrito Federal até o dia 20 de maio. Os casos foram por uso e porte de entorpecentes (56), ameaça (20), ato infracional (20), roubo (19), agressões físicas (16), porte de arma de fogo (5), tráfico de entorpecentes (4), e apreensão de arma de fogo (2).

Pedrada quebra vidro do prédio da UFU no centro de Patos de Minas

Não se sabe quem foi o causador do dano.
Uma pedra foi encontrada dentro do prédio e um grande buraco estava na vidraça.

A Polícia Militar foi acionada nesta terça-feira (26) para registrar um dano no Prédio da UFU, antigo Palácio dos Cristais. Uma pedra foi encontrada dentro do prédio e um grande buraco estava do lado de fora no vidro. Não se sabe quem foi o causador do dano.

O vandalismo aconteceu em uma porta lateral de vidro do prédio. Os vigilantes viram o fato por volta das 13h00 desta terça e acionaram a Polícia Militar. Eles disseram que não viram ninguém e também não sabem quem pode ter sido o criminoso.

O Sargento Ricardo foi até o local e colheu as informações para registrar o dano ao patrimônio público. Não se sabe se foi alguém querendo arrombar a universidade ou apenas um ato de vandalismo. A pedra estava dentro da UFU, na região das escadas.

Prédio "Palácio de Cristais", sede administrativa da UFU em Patos de Minas

Fonte: http://patoshoje.com.br/

sexta-feira, 22 de maio de 2015

Assufrgs participa de reunião com senador Paim sobre reposicionamento dos aposentados e convite para Seminário Nacional de Segurança das IPES 2015

A reunião foi agendada pelo coordenador geral da Assufrgs Mozarte Simões da Costa Junior, para debater o PLS 53/2011 do reposicionamento dos aposentados. O diretor para assuntos de aposentadoria Darci Silva de Pelotas também estava presente.


Nesta quinta feira 21 de maio de 2015 aconteceu no cafezinho do senado federal uma reunião com o senador da republica Paulo Paim.

A reunião foi agendada pelo coordenador geral da Assufrgs Mozarte Simões da Costa Junior, para debater o PLS 53/2011 do reposicionamento dos aposentados, pois este projeto já esta desde 2011 na comissão de constituição e cultura a espera de uma relatoria e também para convidar o senador para fazer uma palestra sobre Direitos Humanos no XXIV Seminário Nacional de Segurança das IPES, que vai acontecer em setembro na UFMG.

O diretor para assuntos de aposentadoria Darci Silva de Pelotas também estava presente.
A reunião começou com o coordenador geral da Assufrgs falando ao senador do prejuízo que os aposentados tiveram em relação suas qualificações no plano de carreira dos TAES, e que este projeto pode acabar com esta injustiça, e que esta na CCJC aguardando a designação de relatoria.

O diretor da Fasubra Darci Silva falou que anteriormente estava designado o senador Inácio Arruda do Ceará, mas o senador se licenciou e o projeto ficou sem relator, e devido à urgência do tema precisamos que o senador interfira para que seja indicado o mais rápido possível o relator.

O senador neste momento solicitou para sua assessoria para ler os nomes que compõem a CCJC e ele nos indicou para falar com a senadora Fátima Bezerra, e que ele vai também falar com a senadora para ver se ela assume a relatoria.

Então o coordenador geral da Assufrgs e o diretor da Fasubra foram até o gabinete da senadora e falaram com o assessor parlamentar da senadora Fátima Bezerra George Marcos, no qual relatamos a conversa que tivemos com o senador, e o assessor se comprometeu em falar com a senadora sobre o assunto, e viu com bons olhos a senadora assumir a relatoria.

Falamos também com Marcia Abreu que já foi coordenadora da Assufrgs e diretora da Fasubra, e que também já trabalhou na assessoria da senadora, ela ficou de falar com a senadora para que ela assuma a relatoria do PLS 53/2011.

Na parte da tarde fomos informados pela companheira Marcia Abreu que entrou em contato com a assessoria da senadora Fátima Bezerra e informaram a ela, que, a senadora já solicitou a relatoria do projeto.

Mozarte Simões da Costa Junior.
Coordenador geral da Assufrgs.
Diretor da CUTRS

quinta-feira, 14 de maio de 2015

Policial Militar é baleado por federais dentro do Centro Universitário Estácio de Sá em Fortaleza-CE

O PM viu outro policial militar sendo preso por policiais federais a paisana e pensou que fosse um assalto. Ele atirou e foi baleado no braço

Um policial militar foi baleado por policiais federais durante uma operação realizada dentro da Universidade Estácio Sá, localizada na avenida Senador Fernandes Távora, no bairro Jóquei Clube. A ação ocorreu no fim da tarde desta quarta-feira, 13. 

Segundo o secretário executivo da Secretaria de Segurança Pública e Defesa Social (SSPDS), coronel Lauro Prado, a Polícia Federal estava em uma campana e teriam identificado policiais militares fardados que, supostamente, iriam extorquir um traficante. 


Dois PMs foram presos, mas outro policial a paisana, identificado apenas como Kaleb, ia passando pelo local e teria imaginado que a situação se tratava de um assalto, tendo em vista que os policiais federais estavam descaracterizados. 

O PM a paisana atirou contra os policiais federais, que revidaram e acertaram dois tiros no militar. De acordo com o coronel Andrade Mendonça, relações públicas da Polícia Militar, Kaleb foi atingido no braço. O soldado ferido pertence ao 5º Batalhão da Polícia Militar (BPM). 

Conforme o coronel Prado, a ocorrência foi encaminhada à Polícia Federal. "Se o policial preso estiver extorquindo ele será autuado. Ainda vamos averiguar. As informações são preliminares", comentou. 

Viaturas do 17º Batalhão da Polícia Militar (BPM) e do Batalhão de Policiamento de Choque estiveram no local

Ainda segundo o secretário executivo, a primeira informação que chegou à Polícia, via Coordenadoria Integrada de Operações de Segurança (Ciops), era a de que um policial militar estava pedindo reforço por uma ação criminosa contra outro PM fardado. 

O comandante do 17º BPM, coronel Nascimento, esteve na Polícia Federal acompanhando toda a ocorrência. De acordo com o militar, a ocorrência faz parte de uma ação da PF. Ele disse que não pode passar informações sobre o caso para não comprometer a operação.
O policial militar baleado foi encaminhado ao Instituto Doutor José Frota (IJF), Centro, mas ainda não há informações sobre o estado de saúde. 

A reportagem ligou para a assessoria de imprensa da Polícia Federal, que não atendeu as ligações. O responsável pela operação é o delegado Janderlyer Gomes, da unidade de Repressão ao Tráfico de Entorpecentes (DRE) da PF.

No momento da ocorrência, trânsito ficou congestionado na região

Estácio suspende aulas no campus nesta noite 

A Estácio informou, por meio de nota, que optou pela suspensão das aulas no campus do Jóquei nesta quarta-feira, 13, durante o turno da noite. 

A instituição ainda informou que o PM fugia dos policiais federais e que o cerco ocorria nas imediações do Campus. O PM teria invadido a unidade para se abrigar, mas foi atingido pelos agentes que o perseguiam. 

"O incidente não comprometeu a segurança dos alunos e nem de seus colaboradores. A vítima foi socorrida por uma ambulância", divulgou a universidade.

Fonte: http://www.opovo.com.br/