sábado, 22 de novembro de 2014

Adolescente atira em ex-namorada dentro de sala de aula na Paraíba

Um estudante de 15 anos entrou armado em uma sala de aula e atirou três vezes contra uma aluna de 14 anos na manhã desta sexta-feira, 21, em João Pessoa. O caso aconteceu na Escola Municipal Violeta Formiga, no bairro de Mandacaru. O superintendente da Polícia Civil na Região Metropolitana de João Pessoa, Wagner Dorta, investiga se o fim do namoro entre os adolescentes foi o motivo dos disparos. 

Segundo Dorta, os colegas da vítima e do agressor contaram que eles já tinham namorado. A polícia também investiga se o crime tem relação com tráfico de drogas, já que registros mostram que o adolescente foi apreendido por causa de entorpecentes.

A escola é monitorada por câmeras, mas o secretário municipal de Segurança Pública, Geraldo Amorim, disse que não tem como fazer revista nos alunos. "Não temos como revistar 500 alunos, infelizmente, aconteceu essa tragédia", disse.

O Hospital de Emergência e Trauma divulgou boletim médico informando que a adolescente passou por procedimentos médicos de emergência e que o seu estado de saúde é considerado gravíssimo.

O adolescente que efetuou os tiros ainda não foi encontrado. A diretoria da Violeta Formiga não foi localizada pela reportagem do jornal O Estado de S. Paulo para prestar informações sobre o caso.

Fonte: Estadão

quinta-feira, 20 de novembro de 2014

Comissão rejeita porte de arma para vigilantes de instituições de ensino federais

A Comissão de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado rejeitou o Projeto de Lei 5390/13, da deputada Andreia Zito (PSDB-RJ), que garante o porte de arma, em todo o território nacional, para os vigilantes de instituições de ensino federais.

A proposta rejeitada nesta na quarta-feira (19) altera o Estatuto do Desarmamento (Lei 10.826/03) e para assegurar o porte de arma aos servidores públicos ocupantes dos cargos de vigilante do plano de carreira dos cargos técnico-administrativos em educação. Vigilantes terceirizados não terão o mesmo direito.

Relator na comissão, o deputado Alexandre Leite (DEM-SP) manifestou voto contrário ao projeto. Segundo Leite, o campus universitário é normalmente um local pacífico e a existência de segurança armada e ostensiva contraria esse espírito.

Além disso, o relator argumenta que a presença de polícia armada no campus é por vezes associada a episódios de repressão a protestos estudantis. Por fim, Leite afirma que consultou a Confederação Nacional dos Vigilantes (CNTV) e o Ministério da Educação sobre a proposta e ambos se manifestaram contrários ao PL, sobretudo pela abrangência.

“O texto não restringe o uso a “quando em serviço” nem por tipo de arma, de forma que no ambiente do campus seria difícil promover a segurança de baixo risco”, completou o relator.

Tramitação

O projeto tem caráter conclusivo e ainda será analisado pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania.

Fonte: Agência Câmara Notícias - 20/11/2014

sexta-feira, 14 de novembro de 2014

Alunos da UNB fazem performance nús no pátio da Universidade


Aunos da UnB realizaram na última terça-feira (11) uma performance artística no mínimo curiosa em meio ao pátio do campus de Ceilândia. Como parte das manifestações de um tradicional evento previsto pela Diretoria de Esporte, Arte e Cultura (DEA) da universidade, estudantes nus e seminus dançaram nas rasas águas de uma piscina.

A apresentação, que foi registrada em vídeo por um aluno, causou repercussões divergentes pela UnB. Comentários sobre a falta de pudor da prática foram tecidos, bem como elogios à intervenção cultural foram feitos. De acordo com Diana Pinho, diretora do campus onde o ato aconteceu, a DEA chegou a notificar a diretoria acerca da performance.

Contudo, e segundo informações do portal G1, o documento não listou detalhes sobre a apresentação. “Se tivéssemos o detalhamento, certamente orientaríamos que [a intervenção] fosse realizada em espaço fechado, apenas para quem quisesse assistir”, explicou Diana. Ela diz apoiar todo o tipo de cultura, mas entende a posição de espectadores que não apreciam este tipo de arte.


Alunos fizeram comentários divergentes acerca da performance.

Para Magno Assis, diretor da DEA, o conceito do movimento é justamente desconstruir visões homofóbicas e sexistas. “Entendemos a universidade como espaço propício para isso e existe uma necessidade de reflexão sobre este tema”, opina Assis.

A polêmica, que se estendeu também por várias redes sociais, fez com que outra apresentação do projeto prevista para essa quinta-feira (13) fosse cancelada pela diretoria; o grupo deve voltar ao Gama dentro dos próximos 15 dias e seguir adiante com diálogos e seminários junto dos estudantes.

sexta-feira, 24 de outubro de 2014

Na Universidade Federal do Ceará dois irmãos assaltam universitário e são espancados pela população

Dois irmãos foram espancados, na manhã desta quinta-feira (23), após assaltarem um estudante, que saía do Centro de Humanidades II (CH2) da Universidade Federal do Ceará (UFC). O rapaz ainda estava na calçada da Instituição, quando foi abordado pela dupla, que fingiu estar amada e subtraiu seu aparelho celular. 

Populares que estavam no local perceberam que os jovens não portavam nenhuma arma e investiram contra eles. Os dois foram pegos e espancados. Segundo testemunhas do fato, algumas pessoas sugeriram que os irmãos fossem linchados, mas a Polícia chegou e impediu que as agressões continuassem. 

Os gêmeos, Francisco Edivan Moreira Girão e Francisco Erivan Moreira Girão, de 18 anos, foram atendidos por uma ambulância do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) e encaminhados ao Intituto Doutor José Frota (IJF). Ambos apresentavam diversas escoriações e ferimentos na cabeça. 
FOTO: RUI NÓBREGA
Fonte: Diário do Nordeste

terça-feira, 14 de outubro de 2014

Divisão de Vigilância da UFPI lança campanha Aqui tem Segurança!


A Divisão de Vigilância da Universidade Federal do Piauí vai lançar a campanha "Aqui tem segurança!". O objetivo da ação é intensificar o trabalho de prevenção a crimes na área que compreende o Campus Ministro Petrônio Portella, em Teresina.

Tendo caráter educativo, a campanha vai orientar a comunidade acadêmica sobre comportamentos que garantam mais segurança e os contatos que devem ser acionados em caso de situações suspeitas no campus. "A campanha é para chamar a comunidade universitária para interagir com a equipe de vigilância da UFPI, ela é quem vai nos ajudar. Quando for visto alguém suspeito, com um comportamento estranho, é só ligar para os telefones disponibilizados. Estamos aqui fazendo a segurança 24h", garantiu o Chefe da Divisão de Vigilância da UFPI, José de Ribamar Silva.
Chefe da Divisão de Vigilância da UFPI, José Ribamar da Silva 

O lançamento da campanha será na segunda-feira, dia 13/10, a partir das 7h, na entrada da UFPI, com a distribuição do material informativo. Para divulgar a campanha, serão utilizados cartazes, adesivos e folders com as dicas de segurança, telefones para contato e QR Code. Ao aproximar um aparelho smartphone do QR Code, o usuário poderá salvar os contatos da Vigilância na agenda e o link do mapa com os postos onde tem seguranças em Teresina.
Dentro do campus, que ocupa uma extensão de 147 hectares, com áreas nos bairros do Centro (Centro de Ciências da Saúde e Centro de Educação Aberta e à Distância), Ininga (sede da UFPI) e Socopo (Centro de Ciências Agrárias), as pessoas podem contar com um vigilante da instituição a cada 100 metros. Uma média de 115 homens, distribuídos em 36 postos, são responsáveis pela segurança do campus.
Enviado por: Mozarte - UFRGS

segunda-feira, 13 de outubro de 2014

Estudantes da UFRRJ fazem protesto contra falta de segurança em Seropédica

Para assistir ao vídeo copie e cole o link abaixo na barra de endereço de seu navegador.

http://globotv.globo.com/rede-globo/bom-dia-rio/t/edicoes/v/estudantes-fazem-protesto-contra-falta-de-seguranca-em-seropedica/3687197/

Enviado por: Renato / UFRRJ

quarta-feira, 8 de outubro de 2014

SINTUF REALIZA SEMINÁRIO DE VIGILANTES DA UFMT

A segurança é um setor estratégico na universidade. Este foi o entendimento dos participantes do Seminário de Vigilantes do Sintuf-MT, realizado nesta sexta-feira (03.10). Um grupo de trabalho foi montado para construir o plano de segurança da UFMT e definir as ações a serem tomadas para possibilitar que o cargo recebe novos trabalhadores por meio de concurso público e tenha os seus direitos respeitados.

Segundo o vigilante e coordenador geral da Associação dos Trabalhadores da Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Mozarte Simões da Costa, somente a segurança orgânica possui o feeling necessário para atuar dentro das universidades. “Os vigilantes são capacitados para executar uma segurança pedagógica, orientativa, que inclusive auxilia o estudante em sua formação na sociedade. A Polícia Militar tem o caráter repressivo colado em seu DNA, enquanto a guarda terceirizada possui uma rotatividade que dificulta a atuação dentro do campus”, destacou Mozarte.

Ele comprovou por meio de uma série de documentos que o cargo de vigilante não está extinto, sendo que inclusive um trabalhador prestou concurso e tomou posse em 2005. “O que falta é vontade política. O problema da segurança, ou melhor, da falta de segurança, está se intensificando dentro das universidades. É preciso realizar o concurso e dar uma resposta rápida. Dentre as atribuições de nosso cargo, podemos realizar investigações e perícia, tornando as soluções de crimes dentro do campus mais rápidas”, pontuou o palestrante.

Veja abaixo uma entrevista completa com o palestrante:

Fonte: http://www.sintufmt.org.br/
Daniel Dino
Assessoria/Sintuf-MT